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Juliana Ribeiro abre o coração sobre a música: “Se eu não fizer arte, eu enlouqueço”

Juliana Rodrigues

19 de maio de 2026 às 13h13 | Foto: Foto: Divulgação | Salvador FM

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O que começou como um convite despretensioso de uma vizinha, acabou se transformando em uma trajetória de 25 anos dedicada à música. A cantora Juliana Ribeiro revelou que o sonho inicial era outro, mas encontrou no canto um caminho que nunca mais abandonou.“Eu queria ser, na verdade, atriz. Mas uma vizinha me chamou para o coral e, desde então, a sensação que senti naquele dia nunca mais me abandonou”, contou a artista.

A artista relembrou a história nessa terça-feira (19), durante bate-papo no programa Bora de Samba, na Salvador FM. Com formação em História, Juliana também teve uma aproximação diferente com a música. Antes de se tornar intérprete, mergulhou no universo do samba como pesquisadora. Foi justamente a partir desse olhar acadêmico que encontrou a certeza sobre o que queria fazer da vida.

“A materialidade do samba me agrada muito. Foi só depois de uma pesquisa sobre cantoras do rádio que eu entendi o que de fato amava fazer”, afirmou. Duas décadas e meia depois, a artista celebra uma carreira construída entre desafios, resistência e paixão pela arte. Juliana destacou as dificuldades enfrentadas por quem segue de forma independente, mas reforçou que a música sempre foi uma necessidade.

“Sou uma artista independente, então são inúmeras dificuldades, mas isso nunca me impediu de realizar arte. Se eu não fizer arte, eu enlouqueço”, disse.

Ao olhar para o cenário atual do samba em Salvador, a cantora enxerga um movimento de renovação e construção de identidade própria. Segundo ela, o gênero tem absorvido influências de outros centros tradicionais, como Rio de Janeiro e São Paulo, mas adaptando essas referências à realidade local.

“A roda de samba sentada é um formato que é de lá, não é o nosso, que é em pé”, explicou.

Para Juliana, o fortalecimento do gênero também passa pela pesquisa e pela valorização de nomes que ajudaram a construir a história do samba.

“Quando você trabalha com Cartola, Noel Rosa, Batatinha, Ederaldo Gentil, aí é que vira um movimento”, destacou. Em meio às comemorações pelos 25 anos de carreira, a artista vê sua própria trajetória conectada a esse processo, apostando em repertório autoral e interpretações que se tornaram marcas da sua identidade artística.

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